Cemitério da Saudade

De um valor histórico, artístico e arquitetônico incontestável, um verdadeiro museu a céu aberto, o Cemitério da Saudade teve o seu tombamento como patrimônio cultural da cidade de Campinas em novembro de 2003.

Guardando bem mais que um período da história tumular, com suas 112 quadras, que abrigam desde pessoas simples, vítimas de epidemias, ilustres, barões, baronesas, monarquistas republicanos, políticos, médicos, juristas e outras personalidades, além dos conhecidos como milagreiro Maria Jandira, os três anjinhos e o escravo Toninho.

Mas, o que evidencia mais o valor cultural do cemitério são as peças esculpidas que ornamentam túmulos de famílias abastadas da época, final do séc. XIX e início do séc. XX, auge do período em que o café era o grande gerador de riqueza da região.